sexta-feira, 29 de abril de 2011

História das Coisas (Stuff Story)

As informações que os livros não trazem.
É um pouco longo mas fantástico!
Vale a pena assistir e refletir um pouco sobre o sistema no qual estamos encarcerados.


De: Story of Stuff Project

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Desilusão

Quino, autor de Mafalda, expressa-se de maneira muito clara e perfeita, sua desilusão com o presente século, no que diz respeito a valores e educação, deixando impresso em seus cartoons:

quarta-feira, 20 de abril de 2011

Mentiras que nos contam

Quando era criança, acreditava em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa. Quanta ingenuidade! (rs)

Lembro-me até hoje do dia em que fiquei ligando mil vezes pro número do Papai Noel, tentando falar com ele pra pedir um presente! Hahaha! Tinha CERTEZA que conseguiria.
E minha mãe dizia:
– Pára com essa bobice! Papai Noel não existe!
– Existe sim, mãe!!!

Também me lembro quando na época de Páscoa as professoras colavam pegadas de coelho pelo chão da escola e a gente ia correndo que nem bobos seguir os passos dele pra encontrar os ovos.

Minha mãe nunca me enganou ensinando essas coisas. E ela estava certa. Não há uma razão lógica para isso. As crianças crescem acreditando nessas histórias e quando descobrem que não existe o Bom Velinho e o Coelhino, ficam muito decepcionadas.
Eu fiquei! E percebi o quanto era tola.

Quando tiver meus filhos, seguirei seu exemplo.
Fico até imaginando quando eles estiverem na escola e os amiguinhos, ao falarem do Coelhinho ou do Papai Noel, disserem:
– Não existe não, seu bobo. É tudo mentira pra vender ovos de chocolate (ou presentes)!

Hahahaha! Vai ser a cena mais engraçada do mundo a cara das professoras!

Pais, não iludam seus filhos!
Incentive a leitura, leia com eles, conte historinhas, ensine tudo o que tenha que ensinar... podem dar ovos de chocolate e presentes no Natal... mas por favor, contar mentiras NÃO!!!

terça-feira, 12 de abril de 2011

EL NIÑO JUAN

Estávamos passeando pelo centro de Montevidéu, eu, minha mãe, meu irmão e uma amiga. Já era horário de almoço (para nós, porque para os uruguaios era cedo, afinal, costumam almoçar tarde). Vimos um restaurante agradável e resolvemos almoçar ali mesmo. Sentamo-nos à mesa do lado de fora, o garçom veio nos atender, fizemos os pedidos e ficamos aguardando.

Minutos depois chegaram as “mini-pizzas”. “Mini” porque era porção individual, mas exagerado para uma pessoa. Comíamos tranqüilamente, conversávamos... e eis que chega um menininho lindo de uns 6 anos, com roupa velha, jeitinho educado, carregando alguns marca-páginas e cartõezinhos na mão.

Nos ofereceu para ver e então eu peguei alguns. Olhei calmamente cada cartãozinho, escolhi um e dei uma moedinha para ele.

– ¿Cómo te llamás?

– Juan.

– ¡Que lindo nombre!

E minha mãe disse:

– Dá um pedaço da sua pizza pra ele.

Cortei cuidadosamente e entreguei-lhe.

– ¡Gracias! – E deu uma mordidona.

– ¡Hummm, que rico! ¡Tiene aceitunas! – Exclamou todo feliz.

Sorri e os olhos encheram-se de lágrimas.

quarta-feira, 6 de abril de 2011

Governo

É preferível mil vezes um governo ruim do que viver num país sem governo.