terça-feira, 15 de novembro de 2011
Fato
"De médico, filósofo e louco, todos temos um pouco."
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Letícia Carvalho
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quarta-feira, 26 de outubro de 2011
Estado
Me quedé como Monalisa.
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Letícia Carvalho
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09:24
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terça-feira, 12 de julho de 2011
Felicidade
"Felizes os que nada esperam, porque nunca serão defraudados."
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12:12
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sexta-feira, 8 de julho de 2011
Suerte
"La mujer que no tiene suerte con los hombres, no sabe la SUERTE que tiene!"
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Letícia Carvalho
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sexta-feira, 3 de junho de 2011
FILORES
Encontro de línguas tantas
falando a mesma linguagem
o jardim floresce em junho
flores de luzes e espantos
História de insistências
plantando a eterna utopia:
viver não só de pão
como também de magia
e ouvir bem cada silêncio
acreditar na alegria
e nos mistérios humanos
Então com tamanho empenho
plantamos todos os anos
jardim que floresce em junho
[por Domingos Pellegrini, em homenagem aos 43 anos do FILO]
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Letícia Carvalho
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terça-feira, 24 de maio de 2011
Depoimento de uma professora
Eu tiro o chapéu pra Amanda, por sua ousadia e intrepidez.
Ela dá um "tapa na cara" dos Deputados e da Secretária da Educação com muita classe ao expor a condição dos professores norte-rio-grandenses (se bem que é aplicável à realidade de todo o Brasil) com muita objetividade, não deixando nada a desejar.
Ela dá um "tapa na cara" dos Deputados e da Secretária da Educação com muita classe ao expor a condição dos professores norte-rio-grandenses (se bem que é aplicável à realidade de todo o Brasil) com muita objetividade, não deixando nada a desejar.
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sábado, 14 de maio de 2011
O mais difícil
A coisa mais difícil do mundo, não é ser expert em computadores e tecnologia, invadir sistemas, fazer cálculos complexos ou decifrar códigos... difícil mesmo, é lidar com pessoas.
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Letícia Carvalho
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terça-feira, 3 de maio de 2011
Pobresito!!!
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Letícia Carvalho
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09:04
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segunda-feira, 2 de maio de 2011
Verdade, Milton!
"...mas é preciso ter manha, é preciso ter graça, é preciso ter sonho, sempre."
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sexta-feira, 29 de abril de 2011
História das Coisas (Stuff Story)
As informações que os livros não trazem.
É um pouco longo mas fantástico!
Vale a pena assistir e refletir um pouco sobre o sistema no qual estamos encarcerados.
É um pouco longo mas fantástico!
Vale a pena assistir e refletir um pouco sobre o sistema no qual estamos encarcerados.
De: Story of Stuff Project
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Letícia Carvalho
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quarta-feira, 27 de abril de 2011
Desilusão
Quino, autor de Mafalda, expressa-se de maneira muito clara e perfeita, sua desilusão com o presente século, no que diz respeito a valores e educação, deixando impresso em seus cartoons:
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Letícia Carvalho
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quarta-feira, 20 de abril de 2011
Mentiras que nos contam
Quando era criança, acreditava em Papai Noel e Coelhinho da Páscoa. Quanta ingenuidade! (rs)
Lembro-me até hoje do dia em que fiquei ligando mil vezes pro número do Papai Noel, tentando falar com ele pra pedir um presente! Hahaha! Tinha CERTEZA que conseguiria.
E minha mãe dizia:
– Pára com essa bobice! Papai Noel não existe!
– Existe sim, mãe!!!
Também me lembro quando na época de Páscoa as professoras colavam pegadas de coelho pelo chão da escola e a gente ia correndo que nem bobos seguir os passos dele pra encontrar os ovos.
Minha mãe nunca me enganou ensinando essas coisas. E ela estava certa. Não há uma razão lógica para isso. As crianças crescem acreditando nessas histórias e quando descobrem que não existe o Bom Velinho e o Coelhino, ficam muito decepcionadas.
Eu fiquei! E percebi o quanto era tola.
Quando tiver meus filhos, seguirei seu exemplo.
Fico até imaginando quando eles estiverem na escola e os amiguinhos, ao falarem do Coelhinho ou do Papai Noel, disserem:
– Não existe não, seu bobo. É tudo mentira pra vender ovos de chocolate (ou presentes)!
Hahahaha! Vai ser a cena mais engraçada do mundo a cara das professoras!
Pais, não iludam seus filhos!
Incentive a leitura, leia com eles, conte historinhas, ensine tudo o que tenha que ensinar... podem dar ovos de chocolate e presentes no Natal... mas por favor, contar mentiras NÃO!!!
Lembro-me até hoje do dia em que fiquei ligando mil vezes pro número do Papai Noel, tentando falar com ele pra pedir um presente! Hahaha! Tinha CERTEZA que conseguiria.
E minha mãe dizia:
– Pára com essa bobice! Papai Noel não existe!
– Existe sim, mãe!!!
Também me lembro quando na época de Páscoa as professoras colavam pegadas de coelho pelo chão da escola e a gente ia correndo que nem bobos seguir os passos dele pra encontrar os ovos.
Minha mãe nunca me enganou ensinando essas coisas. E ela estava certa. Não há uma razão lógica para isso. As crianças crescem acreditando nessas histórias e quando descobrem que não existe o Bom Velinho e o Coelhino, ficam muito decepcionadas.
Eu fiquei! E percebi o quanto era tola.
Quando tiver meus filhos, seguirei seu exemplo.
Fico até imaginando quando eles estiverem na escola e os amiguinhos, ao falarem do Coelhinho ou do Papai Noel, disserem:
– Não existe não, seu bobo. É tudo mentira pra vender ovos de chocolate (ou presentes)!
Hahahaha! Vai ser a cena mais engraçada do mundo a cara das professoras!
Pais, não iludam seus filhos!
Incentive a leitura, leia com eles, conte historinhas, ensine tudo o que tenha que ensinar... podem dar ovos de chocolate e presentes no Natal... mas por favor, contar mentiras NÃO!!!
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terça-feira, 12 de abril de 2011
EL NIÑO JUAN
Estávamos passeando pelo centro de Montevidéu, eu, minha mãe, meu irmão e uma amiga. Já era horário de almoço (para nós, porque para os uruguaios era cedo, afinal, costumam almoçar tarde). Vimos um restaurante agradável e resolvemos almoçar ali mesmo. Sentamo-nos à mesa do lado de fora, o garçom veio nos atender, fizemos os pedidos e ficamos aguardando.
Minutos depois chegaram as “mini-pizzas”. “Mini” porque era porção individual, mas exagerado para uma pessoa. Comíamos tranqüilamente, conversávamos... e eis que chega um menininho lindo de uns 6 anos, com roupa velha, jeitinho educado, carregando alguns marca-páginas e cartõezinhos na mão.
Nos ofereceu para ver e então eu peguei alguns. Olhei calmamente cada cartãozinho, escolhi um e dei uma moedinha para ele.
– ¿Cómo te llamás?
– Juan.
– ¡Que lindo nombre!
E minha mãe disse:
– Dá um pedaço da sua pizza pra ele.
Cortei cuidadosamente e entreguei-lhe.
– ¡Gracias! – E deu uma mordidona.
– ¡Hummm, que rico! ¡Tiene aceitunas! – Exclamou todo feliz.
Sorri e os olhos encheram-se de lágrimas.
Minutos depois chegaram as “mini-pizzas”. “Mini” porque era porção individual, mas exagerado para uma pessoa. Comíamos tranqüilamente, conversávamos... e eis que chega um menininho lindo de uns 6 anos, com roupa velha, jeitinho educado, carregando alguns marca-páginas e cartõezinhos na mão.
Nos ofereceu para ver e então eu peguei alguns. Olhei calmamente cada cartãozinho, escolhi um e dei uma moedinha para ele.
– ¿Cómo te llamás?
– Juan.
– ¡Que lindo nombre!
E minha mãe disse:
– Dá um pedaço da sua pizza pra ele.
Cortei cuidadosamente e entreguei-lhe.
– ¡Gracias! – E deu uma mordidona.
– ¡Hummm, que rico! ¡Tiene aceitunas! – Exclamou todo feliz.
Sorri e os olhos encheram-se de lágrimas.
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quarta-feira, 6 de abril de 2011
Governo
É preferível mil vezes um governo ruim do que viver num país sem governo.
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quinta-feira, 31 de março de 2011
segunda-feira, 21 de março de 2011
SOCIEDADE ANESTESIADA
A mídia tem imposto sua ideologia de todas as formas. É tão sutil que muitas vezes não percebemos. Ela NÃO QUER que paremos para pensar, muito menos refletir e criticar. Vamos “engolindo” tudo sem mastigar.
Aos poucos vamos aceitando, coisas antes repugnáveis, absurdas, ilógicas e imorais, como se tudo fosse tão normal.
Normal??? Ha!
É comum vermos pessoas dizendo: "Ah, isso é normal". Elas confundem comum com normal. Pois há uma grande diferença entre esses dois termos. Comum é aquilo que vemos habitualmente, que faz parte do nosso cotidiano, mas não necessariamente normal. Normal é o que é segue as normas, está conforme elas.
Portanto, seria normal, filhos matarem pais? Adolescentes e jovens se embriagarem, drogarem e prostituirem? Temos visto com freqüência pessoas irreverentes, violentas, filhos que mandam nos pais, alunos que não respeitam professores e autoridades e por aí adiante. Não se respeita mais limites e regras. Claro que esses exemplos são bem drásticos, mas coisas corriqueiras são as que passam despercebidas aos nossos olhos. Os papéis e valores (morais e éticos) estão se invertendo e não estamos nos dando conta disso.
O mundo está virando de pernas pro ar e do jeito que as coisas estão encaminhando, tá tudo virando “normal” para a sociedade. Ora, se não está dentro das NORMAS, não é normal e nunca vai ser!
E o público tá aplaudindo. Ou pelo menos comporta-se de maneira indiferente frente à essas cenas. Afinal, já estão acostumados mesmo.
Acho que nesse mundo, eu é que sou louca (rs), pois nada disso pra mim é normal.
Abrindo um parêntesis, citarei a história da RÃ COZIDA:
Esse exemplo deixa bem claro que estamos sendo cozidos como a rã, nosso sistema nervoso está morrendo e não estamos reagindo contra a fervura.
O martelar contínuo de informações pela mídia satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas.
Então, se você já está sendo cozido como a rã, dê um super golpe de pernas, antes que seja tarde demais!
Aos poucos vamos aceitando, coisas antes repugnáveis, absurdas, ilógicas e imorais, como se tudo fosse tão normal.
Normal??? Ha!
É comum vermos pessoas dizendo: "Ah, isso é normal". Elas confundem comum com normal. Pois há uma grande diferença entre esses dois termos. Comum é aquilo que vemos habitualmente, que faz parte do nosso cotidiano, mas não necessariamente normal. Normal é o que é segue as normas, está conforme elas.
Portanto, seria normal, filhos matarem pais? Adolescentes e jovens se embriagarem, drogarem e prostituirem? Temos visto com freqüência pessoas irreverentes, violentas, filhos que mandam nos pais, alunos que não respeitam professores e autoridades e por aí adiante. Não se respeita mais limites e regras. Claro que esses exemplos são bem drásticos, mas coisas corriqueiras são as que passam despercebidas aos nossos olhos. Os papéis e valores (morais e éticos) estão se invertendo e não estamos nos dando conta disso.
O mundo está virando de pernas pro ar e do jeito que as coisas estão encaminhando, tá tudo virando “normal” para a sociedade. Ora, se não está dentro das NORMAS, não é normal e nunca vai ser!
E o público tá aplaudindo. Ou pelo menos comporta-se de maneira indiferente frente à essas cenas. Afinal, já estão acostumados mesmo.
Acho que nesse mundo, eu é que sou louca (rs), pois nada disso pra mim é normal.
Abrindo um parêntesis, citarei a história da RÃ COZIDA:
A rã que não sabia que estava sendo cozida
Imagine uma panela cheia de água fria, na qual nada, tranquilamente, uma pequena rã.
Um pequeno fogo é aceso embaixo da panela, e a água se esquenta muito lentamente.
(Vejam: se a água se esquenta muito lentamente, a rã não se dá conta de nada!)
Pouco a pouco, a água fica morna, e a rã, achando isso bastante agradável, continua a nadar.
A temperatura da água continua subindo...
Agora, a água está quente mais do que a rã pode apreciar; ela se sente um pouco cansada, mas, não obstante isso, não se amedronta.
Agora, a água está realmente quente, e a rã começa a achar desagradável, mas está muito debilitada; então, suporta e não faz nada.
A temperatura continua a subir, até quando a rã acaba simplesmente cozida e morta.
Se a mesma rã tivesse sido lançada diretamente na água a 50 graus, com um golpe de pernas ela teria pulado imediatamente para fora da panela.
Isto mostra que, quando uma mudança acontece de um modo suficientemente lento, escapa à consciência e não desperta, na maior parte dos casos, reação alguma, oposição ou revolta.
Esse exemplo deixa bem claro que estamos sendo cozidos como a rã, nosso sistema nervoso está morrendo e não estamos reagindo contra a fervura.
O martelar contínuo de informações pela mídia satura os cérebros, que não podem mais distinguir as coisas.
Então, se você já está sendo cozido como a rã, dê um super golpe de pernas, antes que seja tarde demais!
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sexta-feira, 18 de março de 2011
Ponto de vista
Clique depois do ponto de interrogação (de cada frase) e arraste à direita...
os que acertar escreva nos comentários.
os que acertar escreva nos comentários.
A melhor coisa da vida? Viajar
O sentimento mais bonito? Gratidão
O sentimento mais feio? Inveja
O sentimento inevitável? Sofrimento
O sentimento necessário? Arrependimento
O sentimento indigno? Arrogância
O sentimento mais gratificante? Descanso
O que todos almejam? Reconhecimento
A qualidade insuperável? Humildade
A admirável? Simplicidade
O que todos buscam incessantemente? Felicidade
O maior e melhor de todos os sentimentos? Amor
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Letícia Carvalho
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terça-feira, 15 de março de 2011
Para refletir...
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Letícia Carvalho
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